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segunda-feira, 9 de abril de 2007

O circo não fecha não!

Queridos, apesar do sumiço o circo não acabou. Ando enrolada de trabalho, com a vida complicada. Tenho saído pouco e a vibe estranha não me abandona, então realmente não tenho presenciado espetáculos - os palhacinhos rarearam.

Mas como o circo não pode parar e meus leitores estão indóceis, vou tentar lembrar de palhaçadas antigas e ainda inéditas, como a ocasião em que meu namorado me perguntou se eu queria ir a certo show. Eu disse que nem tinha pensado nisso, mas já que ele ia eu iria com ele sim. Parece que não era a resposta que o bruto esperava, com a maior cara de cu respondeu algo como "os ingressos já estão esgotado e só comprei pra mim". Na verdade ele queria ir com um amigo que eu detestava. Oras, porque não disse "Vou ao show tal com o Fulano"? Eu diria "Ah, onde esse merda vai eu não vou" e todos ficariam feliz. Por quê? Porque homem é tudo palhaço, oras! Nunca precisa fazer palhaçada, mas eles sempre fazem. Vou tentar lembrar os detalhes pra contar desta e de outras histórias.

Ah, também tem brotado muito e-mail bizarro na minha caixa postal, vou reproduzir alguns aqui. Espetáculos via correio eletrônico - outra modalidade circense.

Para os que reclaram da ausência da seção "Eu, leitora e emrpesária circense", na próxima quarta eu compenso e posto três histórias, suas malas.

Ok, dileta audiência, respeitável público, hoje tem função no circo.

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